sábado, abril 25, 2015

Sobre um poema perdido de palavras tortas!

Eu não sabia se eras ave, uma estátua ou uma rosa, mariposa de madeira; para mim, basta saber, se és  um poema de palavras tortas.
Vale decidir: és o que quero de ti, de como te espero de mente desperta.
És um poema de palavras tortas: uma carta noturna, um violão sombrio, um olhar silencioso, uma ventania forte.
Vale decidir o que quero de ti, o que espero de ti e se tenho, de como te sonho e de como te desejo...

Nenhum comentário: